Informação sobre a ocupação israelita, a resistência palestiniana e a solidariedade internacional *** email: comitepalestina@bdsportugal.org
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Abr 09
publicado por samizdat, às 11:23link do post | comentar

O Instituto de Yad Vashem, especializado no estudo do Holocausto, despediu Itamar Shapira, docente e guia porque este, nas suas palavras, "disse que havia pessoas a viverem nesta terra e mencionei o facto de haver outros traumas [além do Holocausto] que fornecem motivações a outras nações. O Holocausto levou-nos a estabelecer um Estado judeu e o trauma da nação palestiniana leva-a a procurar a sua auto-determinação, identidade, terra e dignidade, tal como o sionismo os procurou".

 

O instituto achou que isto constituía uma comparação entre o Holocausto e a limpeza étnica de 1948, que expulsou centenas de milhares de palestinianos, por eles conhecida como "Nakba" ("catástrofe"). E, afirmando que não podia aceitar uma politização do tema do Holocausto, despediu o docente que recusava silenciar factos da limpeza étnica.

 

A isto comentou ainda Shapira que, "se Yad Vashem decide ignorar os factos, por exemplo o massacre de Deir Yassin [aldeia árabe cuja população foi chacinada em 1948] ou a Nakba, isso significa que tem medo de alguma coisa ou que a sua abordagem histórica está viciada".

 

 

Fonte: http://www.haaretz.com/hasen/spages/1080456.html


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