GENOCÍDIO EM GAZA
Os propagandistas da invasão deverão agora explicar se também a ONU estava a esconder armamento na sua escola, como o Hamas, alegadamente, o tem feito em escolas, hospitais e mesquitas. E deverão explicar se as dezenas de civis refugiados nessa escola, mais uma vez, estavam a ser utilizados como “escudos humanos”, agora pela ONU.
A verdade, nua e crua, é que toda a população civil de Gaza é alvo do genocídio israelita. Quando cinicamente se acusa os combatentes do Hamas de estarem misturados com a população é inteiramente verdaede: estão misturados, como em tempos os combatentes judeus estavam misturados com a população do Ghetto de Varsóvia. Nem têm mais nenhum lugar para onde ir, senão para o meio do povo que tentam defender e que os apoia inteiramente.
Perante mais este massacre, o Comité de Solidariedade com a Palestina renova o seu apelo à participação de todos e de todas na manifestação convocada pelas mais diversas organizações políticas, sindicais e humanitárias, na 5ª feira, às 18 h, diante do check point que a embaixada israelita instalou na rua António Enes, ao Saldanha, um colonato israelita no coração de Lisboa.